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260 Artigos - CARREIRA
284 - COMO INGRESSAR NA CARREIRA POLÍTICA
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Ingressar na carreira política no Brasil é um caminho possível para qualquer cidadão que deseja participar das decisões da sociedade e representar sua comunidade. Apesar de parecer algo distante, a política é construída por pessoas comuns que decidem fazer a diferença e assumir responsabilidades públicas.

Antes de iniciar esse caminho, é importante entender que política é, acima de tudo, serviço. Representar é ouvir, dialogar, buscar soluções e defender interesses coletivos. O sucesso nessa trajetória depende da confiança que você cria ao longo do tempo.

Requisitos legais para se candidatar:

- Ser brasileiro nato ou naturalizado.
- Ter domicílio eleitoral na região onde deseja concorrer.
- Estar filiado a um partido político pelo menos 6 meses antes da eleição.
- Estar em dia com a Justiça Eleitoral.
- Idade mínima: 18 anos (Vereador), 21 anos (Deputado Estadual/Federal) e 35 anos (Senador).

Filiação partidária: o primeiro passo.

No Brasil, não existe candidatura independente. Portanto, escolher um partido é obrigatório. Partidos menores geralmente oferecem mais espaço para novos nomes, enquanto os maiores podem dar mais estrutura e visibilidade. Pesquise, participe de reuniões e veja onde seus valores se encaixam melhor.

Construindo sua base eleitoral.

A carreira política começa muito antes da campanha. É fundamental participar da comunidade, mostrar serviço e se tornar uma referência local. Algumas formas de construir credibilidade são: participar de associações de bairro, apoiar causas sociais, organizar ações voluntárias e manter presença constante nas redes sociais.

Começando como vereador.

O cargo de vereador é a porta de entrada mais comum. Ele representa diretamente o bairro e a cidade, fiscaliza o prefeito e cria leis municipais. Em cidades pequenas, poucos milhares de votos podem garantir uma vaga. Quanto maior a proximidade com a comunidade, maiores as chances.

Evoluindo para deputado.

Depois de criar reputação e experiência, muitos políticos seguem para cargos estaduais ou federais. Isso exige ampliar a base eleitoral, fortalecer a presença digital e apresentar propostas relevantes para todo o estado.

O caminho até o Senado.

O Senado é uma das posições mais altas do Legislativo brasileiro. Para chegar lá, normalmente o candidato já tem uma carreira sólida, seja como deputado, prefeito ou líder regional. Como o mandato é de 8 anos e apenas um nome é eleito por vaga, a disputa costuma ser muito competitiva.

É preciso ser rico para entrar na política?

Não. Embora campanhas possam envolver custos, a tecnologia democratizou o acesso. Redes sociais, voluntários e ações locais podem substituir grandes investimentos. Além disso, partidos oferecem recursos do fundo eleitoral para candidatos que se destacam.

Dicas práticas para quem quer começar:

- Trabalhe uma reputação verdadeira na comunidade.
- Escolha uma causa e defenda com intensidade.
- Esteja presente nas redes sociais todos os dias.
- Construa parcerias com líderes locais.
- Frequente a Câmara Municipal e entenda o funcionamento político.
- Seja transparente e nunca prometa algo impossível.

Conclusão

Entrar na carreira política não é um privilégio para poucos, e sim uma oportunidade para qualquer cidadão comprometido em ajudar sua cidade e seu país. Com preparo, participação ativa e muita dedicação, é possível se tornar vereador, deputado ou até senador. A política começa com pequenas atitudes e cresce com cada pessoa que acredita no poder da mudança.

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285 - COMO ESCOLHER UMA PREVIDÊNCIA PRIVADA SEGURA
Fonte: Zuuc
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Escolher uma previdência privada segura é uma das decisões financeiras mais importantes para quem deseja garantir tranquilidade no futuro. Com tantas opções no mercado, é fundamental entender como cada plano funciona e quais fatores realmente indicam segurança e rentabilidade ao longo do tempo.

A previdência privada serve como um complemento à aposentadoria do INSS e pode ser contratada por qualquer pessoa, independentemente da idade. No entanto, para fazer uma boa escolha, é preciso comparar instituições, analisar taxas e avaliar o tipo de plano que melhor se adapta ao seu perfil.

1. Verifique a reputação da instituição financeira.

O primeiro passo é escolher um banco, seguradora ou gestora confiável. Pesquise o histórico da instituição, veja há quanto tempo ela atua no mercado e procure avaliações de outros clientes. Empresas sólidas e tradicionais tendem a oferecer mais segurança e estabilidade.

2. Entenda os tipos de planos disponíveis.

No Brasil, existem dois modelos principais: o PGBL e o VGBL. O PGBL é indicado para quem declara Imposto de Renda no modelo completo, pois permite deduzir as contribuições. Já o VGBL é mais adequado para quem usa o modelo simplificado ou não declara IR. Escolher o tipo certo é essencial para evitar prejuízos no futuro.

3. Analise as taxas cobradas.

As taxas podem impactar diretamente na sua rentabilidade. A taxa de administração é cobrada para gerir o plano e deve ser a menor possível. A taxa de carregamento, que alguns planos descontam na entrada ou na saída, deve ser evitada. Quanto menores as taxas, maior o rendimento do seu dinheiro ao longo dos anos.

4. Observe o desempenho dos fundos.

Cada plano de previdência aplica o seu dinheiro em diferentes tipos de fundos, como renda fixa, multimercado ou ações. Antes de contratar, verifique o histórico de rendimento dos últimos anos. Planos com resultados consistentes ao longo do tempo são mais seguros do que aqueles com oscilação extrema.

5. Avalie seu perfil de investidor.

Planos mais conservadores investem em renda fixa e oferecem menor risco, sendo ideais para quem busca segurança. Já planos moderados e arrojados mesclam renda fixa, multimercado e ações, trazendo mais potencial de ganhos, porém com maior volatilidade. Escolher com base no seu perfil evita frustrações e decisões impulsivas.

6. Atenção às regras de resgate.

Cada plano tem um prazo mínimo para resgate e regras específicas sobre portabilidade e tributação. Leia tudo com atenção. Se você pretende usar o dinheiro antes da aposentadoria, busque um plano mais flexível. Se a intenção é longo prazo, priorize a tributação regressiva, que diminui com o passar dos anos.

7. Desconfie de promessas de rentabilidade garantida.

Investimentos sempre envolvem riscos, mesmo os mais seguros. Desconfie de instituições que prometem ganhos muito altos ou “sem risco algum”. A previdência privada funciona de forma semelhante a outros investimentos e está sujeita às variações do mercado financeiro.

Conclusão

Escolher uma previdência privada segura é um processo que exige pesquisa, comparação e atenção aos detalhes. Quando bem analisada, ela se torna um investimento poderoso para garantir estabilidade no futuro. Avalie com calma, compare instituições e escolha um plano que ofereça equilíbrio entre segurança, rentabilidade e taxas justas.

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286 - PERDA GRADUAL DO PODER DE COMPRA DOS APOSENTADOS QUE GANHAM ACIMA DO SALÁRIO MÍNIMO.
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No Brasil, milhares de aposentados vivem uma realidade silenciosa e muitas vezes ignorada: a perda gradual de poder de compra para quem recebe um pouco acima do salário mínimo. Apesar de terem contribuído por décadas para o INSS, esses beneficiários se veem, ano após ano, ficando para trás nas correções dos benefícios e enfrentando dificuldades para manter uma vida digna.

O principal problema está na diferença entre a forma como o salário mínimo é reajustado e como os demais benefícios são corrigidos. Enquanto o salário mínimo costuma receber aumentos baseados em índices econômicos mais favoráveis, como crescimento do PIB e inflação, os aposentados que recebem acima do mínimo têm seus benefícios corrigidos apenas pela inflação. E, na prática, isso significa que o reajuste nunca acompanha o aumento real do custo de vida.

Essa diferença cria um efeito cumulativo devastador. A cada ano, aposentados que antes recebiam valores considerados razoáveis passam a ter benefícios que praticamente se igualam ao salário mínimo. Muitos que começaram ganhando dois ou três salários acabam, com o tempo, recebendo pouco mais do mínimo, mas enfrentando despesas muito maiores, especialmente com saúde, remédios e cuidados específicos da idade avançada.

Outro fator que agrava a situação é a alta inflação dos produtos essenciais, principalmente alimentos e medicamentos. Esses itens aumentam muito acima dos índices usados para reajustar a aposentadoria. Ou seja, mesmo quando o benefício sofre um pequeno aumento, ele não consegue acompanhar os custos que mais impactam a vida dos idosos.

Além disso, muitos aposentados dependem de tratamentos contínuos, consultas médicas, exames e transporte, gastos que se tornaram cada vez mais caros. O resultado é que sobra menos dinheiro para necessidades básicas, lazer ou qualquer forma de conforto — algo que deveria fazer parte da vida de quem trabalhou a vida inteira.

É comum ouvir relatos de aposentados que foram obrigados a cortar itens essenciais, substituir marcas de medicamentos por opções mais baratas ou até deixar de comprar remédios porque o orçamento não permite. Outros, mesmo já idosos, acabam retornando ao mercado informal de trabalho para complementar a renda, enfrentando dificuldades físicas e emocionais.

A falta de uma política justa e equilibrada para os aposentados que recebem acima do salário mínimo tem criado uma grande sensação de injustiça. Afinal, esses trabalhadores contribuíram por décadas com valores maiores ao INSS e, ainda assim, recebem reajustes muito inferiores à necessidade real. Para muitos especialistas, o país precisa de uma revisão profunda no sistema de correção desses benefícios para evitar que mais idosos sejam empurrados para a vulnerabilidade.

Enquanto isso não acontece, milhares de aposentados continuam vivendo com o mínimo para sobreviver, apesar de receber um benefício “acima do mínimo” no papel. Na prática, vivem um processo silencioso de empobrecimento, sem apoio adequado e sem perspectiva de melhora.

Reconhecer essa realidade é o primeiro passo para debater políticas públicas mais justas e humanizadas, que valorizem o esforço de quem trabalhou e contribuiu durante toda a vida. Os aposentados merecem respeito, segurança financeira e dignidade — não apenas números reajustados que não representam a realidade do país.

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287 - COMO RECORRER DE ERROS NO BENEFÍCIO DE APOSENTADORIA
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Erros no cálculo ou na concessão da aposentadoria são mais comuns do que muitos imaginam. Mesmo após anos de contribuição ao INSS, alguns segurados recebem valores menores do que deveriam, têm tempo de contribuição desconsiderado ou até têm o benefício negado injustamente. A boa notícia é que existem caminhos legais e acessíveis para recorrer e corrigir essas falhas, garantindo um benefício justo.

O primeiro passo é identificar exatamente qual foi o erro. Isso pode ser feito acessando o extrato completo do benefício, o histórico de contribuições (CNIS) e a carta de concessão. Esses documentos mostram como o INSS calculou a aposentadoria e permitem comparar os dados com as contribuições reais. Muitos erros acontecem devido a vínculos não reconhecidos, salários de contribuição incorretos ou períodos trabalhados sem registro adequado.

Assim que o erro for identificado, o segurado pode pedir a chamada “Revisão do Benefício”. Esse pedido é feito diretamente pelo aplicativo Meu INSS, na opção “Revisão”, onde o aposentado descreve o que está errado e envia documentos para comprovar o vínculo ou o salário correto. É importante incluir tudo que possa servir de prova, como holerites, contratos, carteira de trabalho e declarações de empresas.

Depois de enviada, a revisão entra na fila do INSS, podendo demorar alguns meses. Caso o órgão não reconheça o erro, o segurado ainda tem direito a entrar com um recurso administrativo para reavaliar o caso. Esse recurso é analisado pela Junta de Recursos da Previdência Social, um órgão independente do INSS que muitas vezes corrige decisões injustas ou mal interpretadas.

Se mesmo assim o problema não for resolvido, o segurado ainda pode recorrer à Justiça. Muitos aposentados conseguem corrigir o benefício através de ações judiciais, especialmente quando há documentos fortes comprovando o erro. Em muitos casos, o aposentado recebe não apenas o valor correto, mas também os atrasados acumulados desde a concessão.

É fundamental observar o prazo para pedir revisão: em geral, o aposentado tem até dez anos após a concessão do benefício para identificar e corrigir falhas. Por isso, quanto antes o segurado fizer a análise, maiores são as chances de garantir todos os valores que tem direito.

Procurar a ajuda de um advogado especializado em direito previdenciário pode facilitar o processo, já que ele sabe identificar erros que muitas vezes passam despercebidos. No entanto, não é obrigatório: o aposentado pode iniciar o pedido de revisão ou recurso sozinho pelo Meu INSS.

Recorrer de erros na aposentadoria não é apenas um direito — é uma forma de garantir que todo o esforço de anos de trabalho seja reconhecido de forma justa. Conhecimento, organização e ação rápida fazem toda a diferença para que o beneficiário receba o valor correto e tenha mais tranquilidade financeira na fase mais importante da vida.

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288 - COMO COMPRAR UM IMÓVEL RURAL OU TERRENO COM SEGURANÇA
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Comprar um imóvel rural ou uma casa no interior tem se tornado o sonho de muitas pessoas que buscam qualidade de vida, tranquilidade e contato com a natureza. No entanto, esse tipo de compra exige cuidados especiais que muitas vezes não são necessários em imóveis urbanos. Entender os passos corretos evita prejuízos e garante uma aquisição segura e bem planejada.

O primeiro passo é definir com clareza a finalidade do imóvel. Você pretende morar, investir, plantar, criar animais ou apenas ter um local para descanso? O uso desejado influencia diretamente no tamanho do terreno, no tipo de solo, no acesso a água e na necessidade de infraestrutura. Uma chácara para lazer exige menos do que uma fazenda para produção agrícola, por exemplo.

Depois de decidir o objetivo, é essencial analisar a localização. Verifique a distância até a cidade mais próxima, condições das estradas, acesso a energia elétrica e disponibilidade de internet. Em áreas rurais, esses fatores variam muito e podem impactar diretamente no conforto e no valor do imóvel.

Outro ponto crucial é a documentação. Imóveis rurais devem ter matrícula atualizada, registro no Cartório de Imóveis e estar livres de dívidas como ITR (Imposto Territorial Rural) e CCIR (Certificado de Cadastro de Imóvel Rural). Também é importante confirmar se a propriedade possui Georreferenciamento, exigência feita pelo INCRA para garantir que os limites do terreno estão corretos.

Antes de fechar negócio, solicite uma vistoria completa no local. Avalie o acesso à água, a qualidade do solo, a presença de nascentes, áreas de preservação ambiental e possíveis restrições impostas pelos órgãos ambientais. Em algumas regiões, existem limites para desmatamento, construção e uso de recursos naturais, o que pode afetar seu projeto futuro.

Se o imóvel for usado para atividade agrícola, considere conversar com moradores locais e analisar o histórico climático da região. Algumas áreas enfrentam períodos longos de seca, outras têm excesso de chuvas, o que pode dificultar certos cultivos. Além disso, verifique se há assistência técnica rural, cooperativas e mercados próximos, caso você pretenda produzir.

Outro cuidado importante é negociar o preço com base em avaliações reais. Muitas propriedades rurais são ofertadas com valores acima do mercado. Faça comparações com terrenos próximos, consulte um agrimensor e, se possível, contrate uma avaliação profissional. Isso evita pagar caro e garante que você saiba exatamente o que está comprando.

Após verificar tudo isso, faça o contrato de compra e venda com acompanhamento jurídico. Imóveis rurais têm particularidades legais, e um advogado especializado pode evitar erros que tragam prejuízos no futuro. Após o contrato, finalize a escritura e registre no cartório — somente após o registro o imóvel passa oficialmente para seu nome.

Comprar um imóvel rural ou no interior é uma decisão que pode transformar sua vida, trazendo tranquilidade, segurança e novas oportunidades. Com planejamento, análise e atenção aos detalhes, é possível fazer um excelente negócio e aproveitar todos os benefícios que a vida no campo pode oferecer.

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